Empreendedorismo e criação de boas ideias

Empreendedorismo e criação de boas ideias

 

O empreendedorismo é definido como um comportamento que pode ser desenvolvido ou ensinado, mas algumas características são próprias da pessoa. As pessoas podem aprender a agir como empreendedores, usando para isso metodologias baseadas no interesse em descobrir coisas novas, reagir e explora-las como oportunidades de autodesenvolvimento.

Para Chiavenato (2004) empreende­dorismo é a energia da economia, a alavanca de recur­sos, o impulso de talentos, a dinâmica de ideias. Corroborando “O empreendedor é alguém que sonha e busca transformar seu sonho em realidade” (Do­labela, 2010, p. 25).

Podemos definir como empreendedor aquele que tem iniciativa, imaginação, criatividade, considera irresistível a inovação, enfim, aquele que ultrapassa a área do sonho e propõe a desenvolver ideias criativas, seguidas de uma ação.

Mas o que é uma ideia?

No dicionário Michaelis (2012), uma ideia é a representação mental de uma coisa concreta ou abstrata e também um pensamento, concepção ou plano.

No contexto das organizações, ideia pode ser definida como a solução inicial para um problema, uma representação ou pensamento que precisa ser desenvolvido em algo concreto, tornando-se um produto ou projeto para solucionar um problema ou uma inovação.

O processo de criação de deias se desenvolve a partir das mais diversas fontes e contextos. As fontes mais comuns são brainstorming, grupos de discussão, questionários nas empresas, “caixinha de sugestões”, pesquisas formais, dentre outras.

As ideias para novos empreendimentos surgem de contatos, experiências anteriores, necessidades, tendências, procura por novas aplicações, hobbies, canais de distribuição, regulamentações e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Outro aspecto importante é que o processo de geração de ideias deve acontecer acompanhado da informação. Uma ideia sem informação pode ser inútil, não ter valor ou ser esquecida. Quanto mais se lê, se busca, se investiga, se conhece, mais elaborada a ideia se torna.

O processo de criação de ideias tem início na predisposição daquele que busca algo novo. É um processo de tentativa e erro na busca de ideias de produtos e serviços de forma inovadora.

 

Chiavenato, I. (2004). Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva.

Dolabela, F. (2006). O segredo de Luisa. São Pau­lo: De Cultura.

MICHAELIS – Dicionário de Português Online

Acesso em: 24 de maio de 2017.

Cuidados paliativos, o que é isso?

Cuidados paliativos, o que é isso?

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2002), “cuidados paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento da dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais. ”

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Sou empresário, será que é importante possuir um site da minha empresa?

Sou empresário, será que é importante possuir um site da minha empresa?

 

O administrador e professor do curso de Administração da Unoesc Videira, Luiz Felipe Torcatto Zanella, diz que é fundamental e vai além:

Estar conectado à internet nunca foi tão importante. E não falo das pessoas, mas das empresas. Até alguns anos atrás, bastava possuir um endereço e telefone fixo para que as empresas fossem reconhecidas. Hoje, ser vista na internet é a grande necessidade empresarial.

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Treinamento de vendas: vale a pena?

Treinamento de vendas: vale a pena?

 

Cada vez mais as empresas questionam se o investimento no treinamento de vendas valeu a pena ou se trouxe retorno. Em qualquer companhia ou segmento podemos indicar 4 fatores que devem ser levados em conta se quisermos resultados com programas de treinamentos de vendas:

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Dinheiro X Felicidade: o que pesa mais na hora de escolher uma carreira?

Dinheiro X Felicidade: o que pesa mais na hora de escolher uma carreira?

 

Para falar sobre o tema, conversamos com o coordenador do curso de Administração da Unoesc Xanxerê, professor Plinio Antonio Silveira, que faz algumas reflexões:

A felicidade ou o dinheiro é um tema polêmico para ser debatido, divide opiniões no momento de escolher a vocação profissional. O tema gera interrogações: quem é mais feliz? O profissional que faz o que gosta ou o profissional que tem uma boa remuneração?

Nessas questões, as pesquisas demonstram que as pessoas felizes são aquelas que conseguem trabalhar no que gostam e, ao mesmo tempo, ganham dinheiro com o seu trabalho.

O sucesso na escolha profissional envolve diferentes fatores, como mercado de trabalho e intensidade de esforços que cada pessoa dedica para alcançar seus objetivos. O gosto por determinada profissão é importante para a motivação e dedicação ao estudo. A dedicação e o empenho proporcionam oportunidades maiores que a média dos profissionais da mesma área.

Mas cabe alertar que o mercado de trabalho sofre influência de vários fatores externos, o que pode limitar a entrada em determinado momento, mesmo dos profissionais mais capacitados e motivados.

Para fazer uma boa escolha profissional, é importante conhecer quais são os seus interesses e as suas habilidades para desempenhar determinadas atividades.

As pesquisas evoluíram nos últimos anos, mas não encontraram uma fórmula para a felicidade. A felicidade depende de cada pessoa, de seus objetivos, seus sonhos, suas experiências, família, trabalho, entre outros fatores externos.

 

Digital composition of thoughtful woman in straw hat standing in front of chalkboard with question marks

 

Professor William César Gavasso faz uma reflexão acerca do cotidiano individual na saúde mental coletiva

Professor William César Gavasso faz uma reflexão acerca do cotidiano individual na saúde mental coletiva

 

Em termos gerais, a saúde coletiva vem agregando inúmeras teorias e conceitos referentes à assistência voltada ao cuidar da saúde. Com esse foco inócuo nos mais diferentes sistemas de saúde no mundo e, ainda mais evidente, no Sistema Único de Saúde (SUS), a intervenção em fatores não patológicos da sociedade implanta uma alternativa menos traumática no tratamento de saúde. Alternativas coletivas como enfatizar a cultura de cuidados à saúde de maneira coletiva e a reduzir da visão médica-intervencista e hospitalocêntrica nas pessoas funcionam como alternativas interessantes no que tange o foco preventivo.

Neste contexto, a Atenção a Saúde Mental vem se perpetuando derradeiramente através, principalmente, pelo seu vínculo psicossocial e biológico, compreendendo o ser humano como uma criatura muito mais complexo e com caráter coletivo. Ainda, como um ser que tem suas necessidades pessoais, e individuais, diretamente associadas às coletivas.

O processo de inserir o indivíduo dentro de uma realidade assistencial coletiva constitui um grande desafio aos sistemas de saúde, onde o foco voltado a resolutividade pode se perder devido a complexidade individual de cada um. Para isso, focar as organizações de trabalho para as peculiaridades comuns e coletivas, buscando integrar os fatores associados ao seu ambiente na busca de uma solução tangível e eficaz, traz consideráveis melhorias dos processos patológicos psíquicos. Além do mais, desperta nos profissionais um potencial de ascender novas estratégias voltadas a Promoção em Saúde Mental, integrando seu papel técnico-profissional ao de educador.

Esse caráter educacional do profissional de saúde, como agente sanitário envolvido na capacitação as pessoas no enfrentamento das situações cotidianas, beneficia conjuntamente a população e o sistema de saúde. Isso porque a atenção voltada a prevenção da patologia mental gera menos intervenções curativas e menos investimento de tempo do profissional com terapias individuais.

Trabalhar focando o cotidiano melhora os resultados do trabalho em saúde, pois, em se tratando de saúde mental, a maioria dos distúrbios podem ser desencadeados por alterações ocorridas na rotina individual. Situações como stress com trabalho e pessoas, conflitos domiciliares ou sociais e a baixa tolerância às decepções tendem a tornar o ser mais susceptível ao aparecimento de doenças mentais.

Considerando, dentro de uma perspectiva geral, a assistência prestada no campo da saúde mental na coletividade visa primariamente o empoderamento das pessoas saudáveis sobre o enfrentamento das situações que podem dar origem aos distúrbios psíquicos. Esse processo envolve uma preparação por parte do profissional de maneira a se aprofundar no comportamento humano e prever as situações que estarão presentes na sociedade com vistas ao apoio técnico nos momentos de enfrentamento das situações.

Neste contexto, há de se perceber que os profissionais da saúde desempenham forte influência no desempenho dos comportamentos humanos, porém deve se destacar que, para isso e para otimizar o tempo de trabalho, deverá realizar suas funções mais próximo à comunidade e de maneira coletiva, traduzindo o seu conhecimento a uma linguagem coloquial capaz de capacitar a comunidade.

Dentro de toda esta conformidade, a necessidade de capacitar os profissionais a se inserir e contribuir efetivamente na atenção à saúde mental coletiva se estabelece como forte estratégia no enfrentamento dos problemas mentais desenvolvidos na sociedade, focando especialmente no caráter preventivo primário, desenvolvendo o senso crítico para o estabelecimento de metas assistenciais tangíveis que façam a diferença na assistência à saúde mental.

 

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Saiba mais sobre a área da psicopedagogia clínica

Saiba mais sobre a área da psicopedagogia clínica

 

A Psicopedagogia é a ciência centrada no estudo do desenvolvimento humano, e ao longo dos anos vem seguindo influências de várias correntes teóricas relacionadas a aprendizagens. Uma necessidade da contemporaneidade que vem ganhando notoriedade no seu fazer a partir do momento em que se entende que a educação acadêmica e social é um direito de todos e para todos, e que o sistema de ensino como um todo necessita preparar-se para adequar-se as diversidades.

Muito embora haja planejamento, o dia a dia na clínica psicopedagogia inicia-se quase sempre com novos desafios, quando nos deparamos com cada família e suas singularidades.

Ao avaliar e fazer as devidas intervenções psicopedagógicas vamos nos dando conta do que há no entorno.  E assim, cada caso é uma caixinha de surpresas que nos condiciona a aprimorar nossas escutas, avaliar o ser humano muito além de suas aparências ou do que nos verbalizam.

Quando nos chega uma criança ou adolescente e suas singularidades, se apresenta também a família e suas ansiedades, o sistema e suas dificuldades, o professor e suas inseguranças.

A Psicopedagogia na clínica vem como a ciência que pode acompanhar a evolução social do ser humano, auxiliar no seu desenvolvimento neuro/psico/social, buscar formas de mediar as questões que por ventura possam dificultar sua interação com o meio acadêmico e social.

A psicopedagoga Albertina Chraim afirma que a sua ação na clínica permite que ela seja uma ponte, um elo, que leva a criança ou o adolescente, a alcançar sua autonomia, sendo capazes de conquistar seus próprios desejos, dentro de um padrão social que lhe permita a segurança e satisfação pessoal.

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Psicopedagoga Albertina Chraim, proprietária do Núcleo de Atenção Multidisciplinar da Saúde e da Educação (Nuamse), em Florianópolis

Crise, inovação e atitude

Crise, inovação e atitude

 

Medo, insegurança e muitas dúvidas. Todos esses sentimentos nos assolam em tempos de crise, e não poderia ser diferente. Apesar disso, são em tempos difíceis que a maioria das oportunidades surgem, por isso é a hora certa de empreender e, especialmente, inovar. Para aproveitar as novas chances que surgem pelo caminho, basta ter atitude. Essa é a ação que o professor Michel Carlesso Ávila considera mais importante para ultrapassar essa fase ruim e começar uma nova: a do sucesso.

O professor, que é membro do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Unoesc Joaçaba, lembrou que a palavra crise, se tirada o “s”, torna-se crie. E criar é justamente a sua principal dica para todos que desejam crescer, mesmo em tempos de crise. Michel destacou que é preciso fazer diferente, e isso necessariamente não demanda grandes recursos. Ao contrário do que muitos pensam, inovação não se trata apenas de inventar novos produtos ou serviços, mas também modificar pequenos processos em ações já existentes, que trarão benefícios enormes e colocarão as empresas à frente no mercado.

— As inovações incrementais são melhorias nas já existentes, o que representa 99% das inovações do mundo. Já as radicais são novidades para o mercado e que trazem uma grande mudança tecnológica, estrutural ou operacional, provocando uma disruptura — explicou Michel sobre os dois tipos de inovações existentes.

Para auxiliar neste processo de criação, a Unoesc conta com o Núcleo de Inovação Tecnológica, presente nos campi de Joaçaba, Chapecó e Xanxerê. O setor auxilia as pessoas da comunidade em geral na parte de estruturação da ideia, atuando no fomento da inovação e propriedade intelectual.

— Os inventores em geral que tiverem uma ideia e não sabem como torná-la uma oportunidade, que nos procurem. Não que teremos a solução, mas iremos apoiar e debater essas ideias, tentando identificar os melhores caminhos para torná-la uma inovação realmente. Não existe receita pronta para passar pela crise, crescer ou inovar. Existe sim metodologias e ferramentas, que auxiliam o empreendedor na arte do empreender com menor risco, exigindo muito esforço e trabalho do empreendedor — comentou o professor.

As Pré-incubadoras Tecnológicas da Unoesc (Joaçaba e Chapecó) também são habitats de ideias inovadoras. O edital que seleciona os pré-incubados é disponibilizado uma vez ao ano, no site da universidade. A ideia, após selecionada, passará por um processo de verificação do seu conceito, que pode incluir a pesquisa e o desenvolvimento de um protótipo, além da elaboração de um plano de negócios. Alunos, professores, egressos e a comunidade em geral podem participar. O espaço oferece apoio técnico, comercial e jurídico no desenvolvimento da ideia, por meio de uma equipe multidisciplinar das três áreas do conhecimento.

Então, vai deixar a crise interferir a sua vida? Mude o rumo, procure novas alternativas e busque ajuda para empreender e inovar. Lembre-se que o sucesso pode vir das oportunidades que jamais esperamos. A Unoesc está disponível para lhe auxiliar.

 

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Professor Michel Carlesso Ávila

Formado em Enfermagem: 7 motivos para você fazer mestrado além do financeiro

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Para você que é formado em enfermagem, um Mestrado pode aumentar em até 4 vezes sua remuneração mensal segundo últimas pesquisas publicadas. Só isto já seria motivo suficiente para você pensar seriamente em focar sua carreira profissional nesta área, porém elencamos mais 7 motivos para te ajudar, confira neste post. Leia mais