As engenharias são uma área em constante crescimento. A Unoesc, comprovando isso, oferece dez cursos de graduação na área — Engenharia Bioenergética, Civil, de Alimentos, de Computação, de Produção, Elétrica, Florestal, Mecânica, Química e Sanitária e Ambiental —, todos com boa demanda de estudantes.

Para a coordenadora dos cursos de Engenharia Bioenergética e de Engenharia Florestal da Unoesc Xanxerê, professora Graciele Barbieri, a tendência para os próximos anos é um crescimento ainda maior. Ela afirma que o mercado tradicional das engenharias ainda é muito procurado.

— Com a crise que atingiu esse setor, a parte de recursos renováveis — energia e florestas — abre um novo caminho para novas contratações. As empresas procuram avançar, para superar a crise, abrindo novas possibilidades, como a construção de pequenas centrais hidrelétricas — campo de atuação do engenheiro bioenergético, por exemplo. Assim, elas deixam de investir em áreas comuns e passam a investir em sustentabilidade, atendendo a mercados que até então não atendiam — destaca.

Em vista disso, a coordenadora elenca, a seguir, cinco novas necessidades do mercado de trabalho para os formados em engenharias.

1. Qualificação contínua

A qualificação profissional contínua é requisito para os diplomados em engenharia, para que eles possam aprimorar suas habilidades a fim de executar funções específicas demandadas pelo mercado de trabalho. Seu objetivo principal é a incorporação de conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais relacionados à área de atuação, por meio de processos educativos desenvolvidos em diversas instâncias, particularmente nas universidades, com os cursos de pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado).

Afinal, no mundo atual e globalizado em que vivemos, o mercado de trabalho está cada vez mais exigente, e a busca por uma colocação profissional não é mais uma questão de empenho ou de sorte, mas sim de qualificação.

 

2. Espírito empreendedor

Caracteriza-se, basicamente, pela capacidade de fazer além do previsto. Em um mundo conduzido pelos ideais, o espírito empreendedor é fundamental para o profissional formado em engenharia. Assim, o engenheiro precisa estar motivado e capacitado para desenvolver constantemente a inovação em sua área de atuação, no que lhe ajuda sobremaneira possuir espírito constantemente guiado pelo empreendedorismo.

 

3. Adaptação ao mercado

Está focada na capacidade de exercer outras funções além daquelas em que está originalmente apto. Há uma convergência futurista de mercado que mostra que ele está em constante mudança. Com isso, o mercado de trabalho exige cada vez mais adaptação. Nesse aspecto, o formado em engenharia precisa ter a capacidade de adaptar-se a esse mercado mutável, sendo capaz de adequar-se as suas novas e constantes exigências.

 

4. Desenvolvimento de relações interpessoais

O profissional de engenharia precisa ter boas relações interpessoais. Com elas bem desenvolvidas, ele poderá modificar o ambiente de trabalho e o mundo exterior e resolver conflitos e problemas do dia a dia, seja no ambiente profissional ou em família. Em vista disso, o processo das relações interpessoais é fundamental no seu desenvolvimento profissional, a fim de manter relações saudáveis com seus colegas de trabalho, por exemplo.

 

5. Ir à busca de novos desafios, novas fronteiras de mercado

O formado na área não pode estagnar-se: precisa estar em constante busca por novos desafios, abrindo novas fronteiras de atuação no mercado. Afinal, o mercado impõe, cotidianamente, novos desafios para todos os profissionais. Com isso, a emoção do novo, de algo que possa trazer de volta um sentimento de expectativa, como o que esteve presente no início da carreira profissional, é salutar para o diplomado em engenharia que pretende atender às novas necessidades do mercado de trabalho.

 

ENGENHARIAS 2 XXE 0317

 

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