A Engenharia de Alimentos está constantemente em expansão, visto que o crescimento da indústria alimentícia é uma tendência em todo o país. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor de alimentos apresentou, no primeiro trimestre desse ano, crescimento de 7,3% no número de empregos em relação ao mesmo período do ano passado. Foi a maior alta entre os 21 setores industriais pesquisados.

A coordenadora do curso de Engenharia de Alimentos da Unoesc Videira, professora Maria Rita Chaves Nogueira, explica que as oportunidades no mercado de trabalho exigem cada vez mais do profissional e vêm ao encontro com a excelência na formação dos acadêmicos.

Neste contexto, foram elencadas cinco novas necessidades do mercado de trabalho para os formados em Engenharia de Alimentos.

1. Qualificação profissional

Há alguns elementos que colaboram para ampliar as oportunidades de uma boa colocação profissional, dentre eles está aproveitar o momento da graduação para enriquecimento pessoal e profissional. A participação em atividades como monitoria e iniciação científica, realização de bons estágios, participação em seminários, congressos, cursos de extensão, internacionalização e networking são exemplos de como se qualificar profissionalmente, mesmo sem estar efetivamente no mercado de trabalho.

2. Utilizar conhecimentos técnico-científicos na inovação e resolução de problemas

Atualmente, os desafios tecnológicos enfrentados por indústrias de alimentos ao redor do mundo vão muito além de tornar o seu produto final mais saboroso. O ponto de partida está no desejo de mudança no sentido de introduzir uma nova maneira de fazer. Desta forma, busca-se um profissional criativo, cada vez mais atento aos processos tecnológicos e inovadores, ao mesmo tempo em que se exige que este profissional seja capaz de analisar, sintetizar e tomar decisões necessárias para a resolução de problemas. Essas atividades podem ser trabalhadas no âmbito acadêmico na realização de projetos, como, por exemplo, o desenvolvimento de um novo produto, sistema ou processo, ou a sua melhoria.

3. Internacionalização

As relações econômicas com o exterior constituem um aspecto importante da gestão tecnológica das indústrias de alimentos. É essencial que a universidade forme um “profissional global”, envolvido em um ambiente que estimule a internacionalização desde as fases iniciais. As iniciativas vão da leitura de um artigo científico em língua estrangeira, participação em seminários internacionais, até atividades de intercâmbio.

4. Ser sustentável

A emergência das preocupações com a sustentabilidade nas indústrias de alimentos é uma realidade, principalmente no Brasil, país produtor e fornecedor global de alimentos. O Engenheiro de Alimentos deve estar preocupado com a extração sustentável das matérias-primas, o estímulo à organização e certificação dos produtores locais, bem como novas tecnologias, estratégias de abordagem e modelos de negócios voltados à viabilização econômica da indústria da reciclagem.

5. Boas práticas e certificações

Um programa de controle de qualidade de alimentos, quando implantado com eficácia, pode representar uma vantagem competitiva para a empresa alimentícia. As indústrias de alimentos exigem um profissional capacitado, que possa garantir uma produção de excelência, tanto para a empresa como para seu consumidor, otimizando gastos e reduzindo prejuízos através de reduções de falhas da cadeia produtiva.

 

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ENG DE ALIMENTOS 2 VDA 0817

 

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